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Dr. Jorge

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Como tomar nota de matérias, aulas e palestras: médoto Rambo

Hoje tenho um tema sobre o qual os alunos sempre me perguntam durante as consultorias. “Jorge, como tirar notas do que eu estudo?”. Sei que a minha resposta pode ser chocante, por isso até tomo cuidado ao responder, mas a verdade é esta: todo mundo está anotando o conteúdo de estudos de forma totalmente errada! 

Tenho uma formação em língua e literatura latina. Isso me permitiu, durante os anos de graduação e pós-graduação, ter acesso ao modo como outros povos em outros tempos estudavam. Ora, folhas para anotação eram uma coisa rara e cara. Não se usava a todo momento. Possuir algum dispositivo virtual de anotações não estava sequer no horizonte de imaginação das pessoas. No entanto, era comum os estudantes memorizarem, por anos, textos clássicos e poemas gigantes como Virgílio! 

Acontece que, como nos mostra as pesquisas de paleografia, tudo o que se escrevia era mais uma forma de se confiar ao papel aquilo que provavelmente tinha riscos de fugir da memória. Anotações como finanças, contas e notas de administração eram muito comuns. Já quando se tratava de textos importantes, como os textos religiosos, geralmente os fólios eram grandes demais para serem carregados, o que exigia um esforço maior da memória, simbolizada pelo coração (guardar “de cor”, ou seja, no coração).

A partir desses estudos, observei como eu mesmo guardava algumas coisas que não anotava e não guardava outras, mesmo tendo anotado. Isso porque eu realmente amava certos temas que logo eles se tornavam parte do meu repertório. Enquanto outros temas, eu os ignorava, tanto por não saber o conteúdo, quanto por não querer saber.

Método Rambo

E isso não é clichê. Trata-se de uma questão de amar, de ter vontade pelo que você faz. Isso não significa gostar e sentir prazer, mas fazer um esforço de Rambo para cumprir a missão que te foi dada. O prazer vem como recompensa ao final do trabalho, quando encontramos uma enorme satisfação em ter cumprido a missão. Amar, segundo Aristóteles, é mover a vontade em direção a um bem. Tive que mostrar isso para uma aluna, a Giovana, que, faltando apenas duas semanas para ela fazer uma prova final de anatomia humana. Sua aprovação na matéria dependia desse conhecimento. Portanto, o conhecimento era o bem que ela mais desejava. Ela tinha a missão, a força (a capacidade de estudar) e os meios.

Foi automático! Por quê? Porque assim que a Giovana venceu o medo daquele turbilhão de nomes e desenhos difíceis, a imensa vontade que ela tinha de passar na matéria a moveu a abrir naturalmente um caderno e desenhar o corpo humano fazendo notas conforme ela realmente aprendia!

Ela não fotografou os slides na aula, nem baixou da internet, nem copiou tudo cegamente sem nem pensar no que escrevia. Pois aqueles desenhos eram a síntese de tudo o que ela e eu repetidamente estudamos durante aqueles quinze dias. E a recompensa de a cada dia lembrar de cada pequeno bloco de conhecimentos que ela adquire e resumia à mão, olhando as fontes só para se certificar de que tudo estava realmente certo, dava toda a segurança que a Giovana precisava para fazer aquela prova.

Se você tem dúvidas, está se sentindo desanimado ou atropelado por uma quantidade imensa de conteúdo que precisa entregar, então entre em contato com a gente, clicando aqui, posso te ajudar a, como a Giovana, tornar-se um Rambo da vida acadêmica.

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