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Dr. Jorge

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Guia de sobrevivência acadêmica – Introdução

A quantidade de situações que já presenciei na Universidade, como aluno e como professor, são o bastante para fazer um verdadeiro guia de sobrevivência acadêmica.

Viva e sobreviva esses momentos!

Os anos passados ​​na universidade podem estar entre os mais intensos e a mais belos da vida. Mas este período também pode ser confuso e até assustador. Afinal, a Universidade representa um universo desconhecido para quem lá chega, com seus hábitos, seus códigos, suas salas lotadas onde o professor parece distante… Além disso, a cada final de semestre, o aluno passa por uma série de exames que terão um impacto significativo em sua autoconfiança. Ano após ano. Esses anos são ricos, mas eles passam rápido, muito rápido!

Escolhas

Na verdade, o aluno se deparará com escolhas que muitas vezes terão um efeito decisivo sobre o que acontece a seguir. A resposta às muitas perguntas que o atormentam não costuma ser encontrada nos livros escolares. É neste espírito que passei a me dedicar, em minha carreira acadêmica, a responder, da forma mais concreta possível, às questões ou desafios que se colocam para quem exerce a profissão de estudante. Não esqueçamos, porém, que, embora a universidade permaneça fundamentalmente um lugar onde o professor transmite seus conhecimentos, as instituições de ensino superior passaram por transformações profundas nas últimas décadas. Eles são, portanto, ambientes complexos hoje.

Como escolher?

Além disso, pode ser esmagador para alguns alunos ver que as demandas estão se proliferando. Um exemplo entre muitos: em várias áreas, intercâmbios no exterior são fortemente encorajados. Mas como você pode ter certeza de tornar essa experiência uma experiência gratificante? E na área tão crítica das finanças pessoais, como você pode garantir as melhores chances de ganhar uma das tantas bolsas disponíveis? Para a resposta dessas questões, eu tenho me especializado a lidar, no dia a dia, com alunos que me trazem seus problemas.

Questões diárias

Como evitar o pânico no vestibular? E como superar a procrastinação? E ainda, como combater a indecisão diante de escolha de carreira ? Como superar a ansiedade da página em branco? Que estratégias de estudo devem ser implementadas quando você sofre de transtorno de déficit de atenção? Terminados os estudos de bacharelado, surge a questão da pós-graduação, natural para uns, incômoda para outros. O ensino superior é para todos? Como escolher seu orientador de tcc? E como, se algo der errado, dizer a ele que não vamos continuar a trabalhar com ele?

Conhecimento

Que conhecimentos gerais os alunos possuem? Não é incomum ouvir as pessoas reclamarem que os jovens têm pouco conhecimento geral, que não conhecem seus clássicos, que não lêem mais. Ademais, que a Universidade é um lugar de balbúrdia… Será mesmo? A grama era realmente mais verde no passado? Absolutamente não. Meus colegas e, recentemente, meus alunos, não são ignorantes. Ao invés disso, eles têm uma formação cultural bastante extensa e muito mais diversa do que se possa imaginar. É claro que eles não sabem tudo, mas estão na universidade para aprender.

Problemas da Especialização

Meu orientador mesmo, certa vez, disse estar preocupado. Numa conversa, me confidenciou: “na adolescência, os jovens têm a mente muito aberta. Contudo, parece que quando entram na universidade, esquecem suas aspirações em favor da especialização. A competição é tão acirrada e a conquista da excelência é tão importante que eles não têm tempo para se preocupar com mais nada. Receio que percam de vista as suas primeiras intenções universalistas, as que tinham quando eram mais jovens”.

Uma cultura em movimento

Porém, que conhecimento geral os alunos devem ter? As respostas são tão numerosas quanto variadas. Por muito tempo, costumávamos dizer que você precisa saber várias coisas de história, literatura, filosofia e música. Essa concepção de uma cultura geral presa no tempo me preocupa.

Cultura geral e dinamismo

Ao invés disso, acredito que a cultura geral deve ser uma relação dinâmica com a tradição, ou seja, um conhecimento do que foi dito e feito no passado para nos ajudar a refletir melhor sobre as questões atuais. Sou da opinião que essa cultura não precisa ser igual para todos. Pois nem todos os alunos precisam conhecer em detalhes todas as obras de História do Brasil. No entanto, devem aprofundar suas reflexões sobre sua disciplina. Também faz parte da cultura geral. Por exemplo, se você está estudando criminologia, você pode se perguntar sobre a pena de morte ou reincidência. Para fazer isso, você pode precisar explorar trabalhos do passado.

Buscando o equilíbrio

Meus orientadores e mentores sempre fizeram questão de reforçar que a cultura geral não consiste apenas em saberes enciclopédicos. “Você precisa ter uma mente aberta”, eles me diziam, “um interesse pelos outros, uma perspectiva do mundo, uma mente crítica. Afinal, você só precisa ser capaz, às vezes, de discutir algo além de um pouco de conhecimento imediato. Em meus tempos de estudante, sempre fui incentivado a buscar o equilíbrio. Eu conheço estudantes de medicina que podem assistir a um concerto na noite anterior a um exame importante. Correm o risco de não obter a melhor nota da turma para dar liberdade ao espírito e adquirir uma cultura importante e significativa para eles.

Cultura geral

Além disso, é importante acrescentar que a cultura geral de hoje representa um desafio muito particular, o de saber lidar com a informação digital. É possível encontrar quase tudo na internet, mas é fundamental que os alunos saibam que nem tudo que eles encontram vale o mesmo. Por isso é necessário apelar para o desenvolvimento de senso crítico dos alunos. Em que fontes podemos confiar? Como podemos validar as informações coletadas? Quem é especialista e quem não é? Este é agora um aspecto capital da cultura geral. E cabe aos professores ensiná-lo.

Como conciliar trabalho, família e estudos?

Estudar em tempo integral e trabalhar meio período já é uma verdadeira dor de cabeça. As coisas só podem ficar complicadas quando você adiciona à equação um filho dependente, um pai doente, um novo relacionamento afetivo ou mesmo amigos que negligenciamos um pouco. Como conciliar estudos, trabalho e vida pessoal sem surtar no meio do caminho? Há várias coisas que podem facilitar sua rotina. Entretanto, primeiro você precisa encontrar um significado. Pergunte-se sobre as metas que estabeleceu para si mesmo, os compromissos que assumiu e o tempo que levará. Defina suas funções.

Definindo escolhas

Você é estudante, um cônjuge, um pai, um colega de quarto? Finalmente, certifique-se de que suas escolhas estão alinhadas com seus valores. Sempre assumimos maior responsabilidade pelas decisões tomadas com pleno conhecimento dos fatos. Buscar ajuda terapêutica é, por vezes, um tabu que precisa ser quebrado. Conversar com um profissional para estabelecer para si um autoconhecimento é importante, pois isso lhe dará uma atitude muito mais relaxada em relação às suas obrigações e à sua agenda apertada. Você não estará mais sujeito às suas escolhas. Ao contrário, você estará em harmonia consigo mesmo e, eventualmente, conseguirá ser muito mais eficaz!

Estabelecer prioridades

Refletir sobre a hierarquia de suas atividades irá ajudá-lo a estabelecer as suas prioridades entre as diferentes esferas da sua vida quotidiana. Desde a vida pessoal (lazer, desporto, saúde), amigos e família, até estudos, trabalho remunerado e tarefas domésticas. Isso tornará mais fácil planejar sua programação semanal. Por exemplo, que lugar seu trabalho realmente ocupa? Quanto dinheiro você precisa para viver? Além disso, você deve refletir sobre seus gastos e fazer um orçamento. Pense se você realmente precisa do computador mais recente, por exemplo. Além disso, há especialistas que afirmam que um aluno em tempo integral dificilmente consegue trabalhar mais do que 15 horas por semana. Se acumular funções para além disso, ele estará se encaminhando para o esgotamento físico e emocional. É também de fundamental importância aproveitar o ritmo da universidade antes de encontrar um emprego, pois quem tenta fazer tudo ao mesmo tempo e para a última hora, fica sobrecarregado.

Simplificar

A palavra de ordem é “simplifique!”. Quando a agenda está sobrecarregada, podemos tentar cumprir o máximo de atividades com pressa e nos perdermos em nossa incapacidade de fazer tudo, porque de fato é impossível! Vá direto ao ponto e, acima de tudo, relaxe. Na verdade, o inimigo declarado do equilíbrio entre trabalho, família e estudo é o perfeccionismo, que leva à culpa e ao estresse. Seja pragmático, eficiente, mas nada mais. Isso porque a perfeição é, muitas vezes uma desculpa para não se fazer nada. Se você realmente deseja manter um mínimo de equilíbrio em sua vida, você precisa aceitar essa ideia. Você não acha que obterá nota máxima por um ou outro trabalho? Deixa pra lá! Siga a regra de ouro das pessoas ocupadas: em vez de ficar taciturno, resolva as coisas uma a uma de forma sistemática. Você não adia, você também não procrastina. Você, então, age.

Distribuir

Distribua o peso das tarefas domésticas, para não sobrecarregar nem você, nem aqueles com quem você convive. Assim, você envolve pais, filhos, colegas de quarto e amigos para, juntos, otimizarem a vida uns dos outros. Você começa se organizando com aqueles com quem vive. Quem faz o quê e a que horas? Pois isso vai libertar sua mente. Una o útil ao agradável, organizando, por exemplo, um domingo de culinária em grupo. Componha o menu da semana. Guarde as sobras para fazer almoços. Essas pequenas dicas para “salvar vidas” pouparão muito estresse e descontentamento. Passar e dobrar roupas enquanto conversa com um amigo pode ser muito agradável. Além disso, você não precisará reservar um horário para uma atividade e outro, depois, para outra. Saiba, portanto, como otimizar sua vida!

Como domar a ansiedade e ter melhor sucesso nos estudos?

Aqui não vou falar de exercícios respiratórios, nem ensinar posturas de ioga ou promover a meditação. É claro que esses métodos ajudam a controlar o estresse e são hábitos excelentes. Mas quero frisar neste ponto que, antes de tudo, é essencial entender o que está acontecendo entre as suas duas orelhas. Ao fazer isso, você finalmente será capaz de domar sua ansiedade e, como resultado, terá melhor sucesso em seus estudos. Você nunca vai se livrar completamente do estresse. Pois situações de ansiedade estão por toda parte: um engarrafamento que cai mal, um chefe exigente, um orçamento a ser respeitado, etc. No entanto, podemos aprender a lidar melhor com esses obstáculos. O auxílio de um psicólogo sempre cai bem. Muitas Universidades oferecem gratuitamente esse recurso e, se não oferecem, você poderia se reunir com um grupo de amigos e solicitar à Universidade esse tipo de atendimento.

O estresse

O estresse não é uma anomalia, pois ele é um reflexo normal do corpo que ocorre após a secreção hormonal. Além disso, ele é um sinal de alerta diante do perigo, real ou sentido, que nos leva a agir, explicam os psicólogos. Alguns enfrentarão a dificuldade; outros preferem evitá-lo. Enfim, a maneira como nós sentimos  o estresse e como nós reagimos a ele é único para cada pessoa. É assim porque não existe uma receita mágica e universal para gerenciá-lo. Portanto, você deve praticar muito a auto-observação, perguntar sempre a si mesmo como está se sentindo hoje, procurar ver os padrões de comportamento e as reações às situações estressantes. Assim, você encontrará novas formas de lidar com esses padrões comportamentais apresentados.

Você precisa entender a origem de sua ansiedade.

É possível falarmos em três categorias principais de causas de estresse. A primeira é a adaptação à novidade. Além disso, outro fator é a sensação de ser oprimido pelos acontecimentos. Por último, mas não menos angustiante, é o medo de ser desvalorizado. Os alunos estão todos imersos nesse tipo de situação todos dias. Portanto, mudar para uma nova cidade, aprender com os outros conteúdos e técnicas de estudo, fazer uma apresentação oral… Tudo isso tem muita carga de trabalho. Quando a pessoa, além de tudo, ainda coloca para si a responsabilidade seríssima de tirar notas máximas sempre, convivendo com a incerteza do futuro profissional, ficará sem dúvidas estressada. Mas, em meio a tudo isso, o que é que realmente está te preocupando? Acho que as pessoas nem sempre são boas em identificar isso o que os preocupa de forma mais profunda, pelo que acompanho há anos lidando com alunos e professores. Seja sensível ao que perturba seus momentos de paz ou suas noites. Quando o desconforto se torna muito grande, quando a situação é muito desgastante ou você não é mais funcional e suficiente, não hesite em consultar ajuda. Isso te permitirá alcançar uma boa ideia do que está acontecendo de fato.

Conheça suas reações ao estresse.

Perfeccionistas tendem a exagerar e definir metas irrealistas, por exemplo. Então, numa situação dessas, relativize. Este trabalho ou este exame não é uma questão de vida ou morte. Ao mudar a sua perspectiva, você encontrará uma certa flexibilidade e tranquilidade interna, o que vai estimular o surgimento de novas ideias. Lembre-se que o estresse reduz a consciência, a criatividade e, portanto, a ação. Outros vão procrastinar. Você sabe que isso é uma má estratégia. Então pare de fugir e volte ao trabalho aos poucos.

Concentre-se novamente em suas emoções. Técnicas práticas de gerenciamento de estresse sempre terão que ser reiniciadas se você não entender o que está acontecendo dentro de você. Uma caminhada diária sozinho – sem um iPod ou telefone celular – o ajudará a controlar suas emoções. Longe do rebuliço, é mais fácil dizer para si mesmo se você está triste, decepcionado ou desanimado.

Fique ligado para a continuação de nosso guia de sobrevivência acadêmica!

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